21.12.07

FELIZ NATAL

Parece uma enorme árvore de Natal colocada em pleno espaço. Dizem que é berço de estrelas. Feliz Natal.

27.11.07

Ficha de inscrição para escolas - Concurso «à descoberta de novos planetas»

(Para ler ou imprimir clicar sobre a imagem da ficha de inscrição.)

CONCURSO «À DESCOBERTA DE NOVOS PLANETAS»

Destinado a escolas de todos os ciclos de ensino,
mediante inscrição.


Contextualização

É com imenso prazer que a Fundação Ciência e Desenvolvimento, proprietária e gestora do Planetário do Porto, convida professores e alunos de todos os ciclos de ensino a participarem no concurso «À descoberta de novos planetas», a decorrer de Janeiro a Junho de 2008, através de uma parceria entre as escolas interessadas em participar e a Fundação Ciência e Desenvolvimento/Planetário do Porto.

A nova sessão do Planetário do Porto, «O Vítor à descoberta do sistema solar» é a alavanca para o desafio que agora lançamos às escolas. Esta sessão aborda o nosso sistema solar incluindo já as diversas alterações que nos últimos anos têm vindo a ser introduzidas na classificação dos planetas e dados actualizados sobre a sua identidade.
Através das informações divulgadas neste dossier referentes ao sistema solar nos moldes em que ele hoje se define, será proposto que cada turma possa trabalhar este assunto e que, através da sua imaginação e criatividade, crie um «novo» planeta. Estes planetas a criar de forma plástica virão a integrar um concurso e uma exposição a acontecer em Junho do próximo ano, em data a anunciar.

Normas do concurso

Para participarem, as escolas, em nome de cada professor interessado, deverão inscrever-se junto do Planetário até ao dia 15 de Dezembro de 2007. (No final do documento estão as fichas de inscrição e os contactos necessários à efectivação desta inscrição).
Logo no início do ano o Planetário fará chegar a cada escola uma bola em esferovite com um metro de diâmetro que deverá funcionar como base para o trabalho de cada turma, sendo o limite a capacidade imaginativa de cada grupo. Os criadores irão trabalhar no seu projecto de planeta da forma que entenderem, sendo que o Planetário do Porto poderá ser solicitado para qualquer esclarecimento ou ajuda no local.
O prazo de entrega de cada trabalho pronto será dia 1 de Junho e todas as crianças são convidadas a visitar a exposição dos novos planetas e a participarem nas iniciativas que decorrerão no dia da inauguração da exposição (ateliers, sessões do Planetário e várias actividades lúdicas relacionadas com o Universo).
Deve cada um dos planetas submetidos a concurso ser acompanhado por uma ficha identificativa, criada pelos autores, a exemplo das fichas que são apresentadas na sessão do planetário «O Vítor à descoberta do sistema solar».

Fichas exemplificativas:




No dia da inauguração da exposição «À descoberta de novos planetas» as obras serão apreciadas e será escolhido um vencedor resultado de uma votação realizada pelo público que visitar o Planetário nesse dia.
Poderão ainda ser atribuídos outros prémios e menções honrosas de acordo com decisão da Fundação Ciência e Desenvolvimento.
O(s) prémio(s) serão atribuídos quer à turma/escola vencedora, quer às crianças participantes no concurso, sendo necessário, para esse efeito, que à data da entrega dos novos planetas os professores entreguem um documento com os nomes e os contactos de cada uma das crianças envolvidas no projecto.

Todas as informações sobre os Planetas do nosso Sistema Solar ( abordadas na nova sessão do Planetário - «O Vítor à descoberta do sistema solar» podem ser encontradas aqui no blogue, do lado direito, no final da barra informativa. Estas informações poderão ser úteis para enquadramento do trabalho respeitante ao concurso).

PARA MAIS INFORMAÇÕES CONTACTAR:

Isabel Barreira (frente de casa) – telef: 226089800 – fax: 226089874
E-Mail:
geral@planetario-porto.pt
Planetário do Porto / Rua das Estrelas s/n . 4150-762 Porto (ao Campo Alegre)

20.11.07

No jornal Público de hoje também a proposito da Semana da C&T


(para ler clicar sobre a imagem) - Notícia do Público de hoje.

Duas notícias sobre a Semana C&T no JN de hoje

(para ler clicar sobre as imagens) - Notícias publicadas hoje no Jornal de Notícias.

9.11.07

Iniciativas da Semana da Ciência e da Tecnologia no Planetário do Porto


(de 19 a 25 de Novembro de 2007)
24 de Novembro – Dia Nacional da Cultura Científica


Planetário do Porto

«Que ciência se faz em Portugal? Quem são os nossos cientistas? Como trabalham? O que investigam? Que resultados obtêm?
Todos os anos, em Novembro, durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, instituições científicas, universidades, escolas, associações e museus abrem as portas para que estas e outras perguntas possam ser respondidas, dando a conhecer as actividades que desenvolvem, através de um contacto directo com o público.»
(mais informações aqui: Ciência Viva )

Integrado nas iniciativas da Semana da Ciência e da Tecnologia (C&T), o Planetário do Porto propõe uma série de actividades que pretendem aproximar cada vez mais a comunidade à ciência, nomeadamente às actividades lúdico educativas na área da astronomia com que o Planetário todos os dias trabalha.

Assim, será apresentada uma nova sessão na cúpula do Planetário, serão disponibilizados, de forma gratuita, uma série de laboratórios e serão também gratuitas as entradas nas sessões, no dia Nacional da Cultura Cientifica.

Na Segunda-feira, dia 19, data de arranque da semana C&T, às 18h00, acontecerá a inauguração oficial da nova sessão do Planetário do Porto - «O Vítor à descoberta do Sistema Solar» - com a presença de várias instituições convidadas e da imprensa. Esta sessão aborda o nosso sistema solar incluindo já as diversas alterações que nos últimos anos têm vindo a ser introduzidas na classificação dos planetas e dados actualizados sobre a identidade deste sistema solar. Esta sessão passará a estar disponível para as visitas escolares (por marcação) e para o público em geral, ao fim-de-semana.

Na Quarta-feira, dia 21, todos os professores dos vários ciclos de ensino dos estabelecimentos vizinhos ao Planetário serão convidados a assistir a esta mesma sessão, iniciativa que servirá ainda para propor um desafio a cada uma das escolas representadas nesta sessão. Através da entrega de um dossier com informações referentes ao sistema solar nos moldes em que ele hoje se define, será proposto que cada turma possa trabalhar este assunto e através da sua imaginação e criatividade crie um «novo» planeta. Estes planetas a criar de forma plástica virão a integrar um concurso e uma exposição a acontecer em Junho do próximo ano.

No Sábado, 24, Dia Nacional da Cultura Cientifica, as sessões do Planetário serão de entrada gratuita durante toda a tarde (às 15h00 «O Vítor vai à Lua»; às 16h00 «Visões do Cosmos» e às 17h00 «O Vítor à descoberta do Sistema Solar»). No final das sessões, às 17h30, ocorrerá uma palestra da responsabilidade do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, na pessoa de Dr. Filipe Pires, subordinada ao tema “Astronomia digital” e destinada a todos.

Entre 20 e 25 de Novembro o Planetário do Porto coloca à disposição dos seus visitantes de forma gratuita as diversas formas de Laboratórios Hands-on que tem disponíveis. Através de marcação e com o limite de 25 inscritos por laboratório, poderão funcionar os seguintes laboratórios: “Paralaxe, um método de medir a distância às estrelas”, “Impressão Digital dos Astros”, “Conhecer a Terra, a Lua e o Sol”.

Apareça - Estamos à sua espera!


23.10.07

Vaivém Discovery


Vaivém Discovery partiu para missão crucial para o futuro da ISS 23.10.2007 - 16h00 AFP
O vaivém Discovery, da Agência Espacial norte-americana, acaba de partir de Cabo Canaveral, eram 16h38 em Lisboa, com uma tripulação de sete astronautas a bordo, para uma missão crucial para o futuro da Estação Espacial Internacional (ISS).
O objectivo desta missão, comandada por uma mulher, Pam Melroy (a segunda a seguir a Eileen Collins, em 2005) e em que participa o italiano Paolo Nespoli, da Agência Espacial Europeia, é instalar um novo módulo na ISS, o Harmony, de 14,3 toneladas, que será a casa dos laboratórios de investigação europeu, o Colombo, e o japonês, Kibo. Será ainda instalada uma nova antena solar que permitirá aumentar a produção eléctrica da estação, algo essencial para a investigação a bordo.De nada valeram os alertas de engenheiros da NASA em relação à segurança desta missão. Foram detectadas, nas últimas semanas, várias microfissuras em três dos 44 painéis do escudo térmico do vaivém. Foi uma fissura no escudo térmico do aparelho que esteve na origem do acidente que vitimou toda a tripulação do vaivém Columbia em Fevereiro de 2003.Pensava-se que a contagem decrescente teria de ser adiada devido a condições meteorológicas adversas ao lançamento. Mas o tempo em Cabo Canaveral acabou por melhorar durante a noite.Um grupo independente de engenheiros tinha pedido dois meses para substituir o material em dúvida mas a medida ia alterar o calendário de trabalhos da Estação Espacial que tem sofrido sucessivos atrasos, quase fatais para o seu futuro, nos últimos anos. Até 2010 estão previstos três voos de vaivém. O escudo térmico do vaivém é submetido a grandes temperaturas na entrada na atmosfera, no regresso das missões. Por exemplo, as extremidades das asas do aparelho suportam 1600 graus a uma velocidade 20 vezes superior à velocidade do som.“Decidimos que o risco da missão era aceitável”, disse Wayne Hale, chefe do programa do vaivém, que acrescentou que a missão obriga a algumas intervenções no espaço.

(Notícia Jornal o Público)

19.10.07

JOGA DECIDE DEBATE CIÊNCIA


O DECIDE é um jogo de cartas e simultaneamente uma ferramenta de debate em ciência. Em pequenos grupos, permite aos cidadãos informarem-se sobre temas controversos e discutirem os seus pontos de vista sobre os assuntos científicos em debate.

Traga um amigo e venha jogar connosco o DECIDE. Debate final moderado pelo especialista convidado. Iniciativa aberta a todos, a partir dos 16 anos de idade.

No Planetário do Porto, FCD 23 de Outubro, 17:00 horas
Tema: Xenotransplantes
Orador convidado: Júlio Santos (IBMC)

Xenotransplantes

Todos os anos, em Portugal, centenas de pessoas ficam em lista de espera para transplante de órgãos. Pacientes que desejariam um novo coração, rins ou fígado. A investigação em células estaminais tenta agora encontrar soluções para a regeneração de órgãos lesados (pâncreas em doenças como a diabetes, tecidos nervosos em doentes de Parkinson). Existe uma outra alternativa: porque não transplantar órgãos de animais (porco ou chimpanzé), tão semelhantes aos nossos em dimensão e fisiologia? Porque não prosseguir a investigação em células animais? Quais os pontos positivos e as limitações?

Mais informações e inscrições AQUI.

15.10.07

O malaio Sheikh Muszaphar Shukor




Astronauta malaio já chegou ao espaço

Notícia do Diário de Notícias por Nuno Galopim

Cápsula russa 'Soyuz' acostou à estação espacial
A Malásia é o 38.º país a ver um cidadão seu no espaço. Quase um ano depois da estreia espacial da Suécia (em Dezembro de 2006), o malaio Sheikh Muszaphar Shukor, médico de 35 anos, foi um dos três astronautas que, lançados da base de Baikonur (no Cazaquistão) há dois dias, a bordo de um foguetão Soyuz, chegaram já ao seu destino: a estação espacial internacional, em órbita a pouco mais de 300 quilómetros da superfície da Terra. O astronauta malaio regressará à Terra ainda esta semana, com a tripulação que a Soyuz entretanto trará de volta.O lançamento do primeiro malaio no espaço foi, mesmo que numa viagem de uma semana, assunto de destaque nos noticiários daquele país, e o momento foi tido, inclusivamente como um marco na sua história. O primeiro-ministro Abdullah Ahmed Badawi juntou perto de mil crianças numa cerimónia em Kuala Lumpur para assinalar a entrada da Malásia na era espacial. Em conjunto todos aplaudiram o momento em que, em grandes ecrãs de televisão, Sheikh Shukor surgiu sorridente, poucos minutos depois da descolagem.A viagem do astronauta malaio deve-se a um acordo comercial estabelecido entre o seu país e a Rússia, comprometendo-se a Malásia a comprar 18 caças russos de combate. Natural de Kuala Lumpur, Sheikh Muszaphar Shukor licenciou-se na Índia e hoje é professor numa universidade malaia. Cirurgião ortopédico, o primeiro astronauta malaio está a conduzir uma série de experiências a bordo da estação espacial internacional. Entre os projectos que acompanhará no seu laboratório em órbita contam-se estudos sobre o comportamento de células cancerígenas em tecidos hepáticos.Os elevados custos que o envio para o espaço deste astronauta exigiram (cerca de 18 milhões de euros) geraram forte polémica na Malásia, país onde o caso foi motivo de debate desde o anúncio do seu programa espacial, em 2005.

3.10.07

Sessão especial gratuita a propósito dos 50 anos do lançamento do SPUTNIK





Comemoram-se este ano 50 anos de exploração espacial, iniciada com o lançamento do Sputnik a 4 de Outubro de 1957.

Este dia assinala o início da Semana Mundial do Espaço, estabelecida pelas Nações Unidas para divulgar o contributo da ciência e da tecnologia espacial para as condições de vida das populações.

O Planetário do Porto, Centro Ciência Viva, associa-se a esta comemoração através da realização de uma sessão especial, de entrada gratuita, a realizar amanhã, dia 4 de Outubro, às 15h30 (até ao limite da lotação da cúpula do planetário).

Sputnik foi o primeiro
satélite artificial da Terra. Foi lançado pela URSS em 4 de Outubro de 1957 no Cosmódromo de Baikonur, e a missão que o lançou chamou-se Sputnik I. O Sputnik era uma esfera de aproximadamente 58,5 cm e com 83,6 kg de peso. Ele não tinha nenhuma função especial a não ser transmitir um sinal de rádio, "beep", que podia ser sintonizado por qualquer radio-amador. O satélite orbitou a Terra por seis meses antes de cair.

Contactos para o público: bilheteira do Planetário do Porto – 226089800


2.10.07

O Vítor vai à Lua e conta tudo sobre as suas aventuras, na sessão do Planetário especialmente dedicada aos mais novos. (para ler clicar sobre a imagem)

1.10.07


28.9.07

REABRE AMANHÃ

Depois de uma imprevista avaria que impediu a realização das sessões, o Planetário do Porto retoma a normalidade amanhã, sábado, dia 29.

26.9.07

Novidades - Astronomia na palma da mão


(Clicar na imagem para ficar a saber o que tratam os Laboratórios Hands-on à vossa espera no Planetário do Porto).

25.9.07

Estações do Ano



As quatro estações do ano (Primavera, Verão, Outono e Inverno) caracterizam-se por tempos meteorológicos bem distintos (falamos de tempo meteorológico para o distinguir do tempo dos relógios). No hemisfério Norte, a Primavera começa a 21 de Março, o Verão a 21 de Junho, o Outono a 23 de Setembro e o Inverno a 21 de Dezembro, pelo que as estações dividem o ano em quatro partes aproximadamente iguais.

O Sol


O Sol é uma estrela como muitas outras . Para nós é especial porque é o centro do nosso sistema planetário, o Sistema Solar. Mas não é o centro do mundo... Sem Sol não haveria energia na Terra nem, portanto, qualquer forma de vida. Sem Sol simplesmente não existiríamos aqui. Não haveria Física e não haveria físicos...
Quando o vemos no céu, parece-nos que o Sol tem o mesmo tamanho que a Lua (os dois discos sobrepõem-se num eclipse total do Sol, mas, de facto, é muito maior que a Lua e mesmo muito maior do que a Terra. O Sol tem um raio 400 vezes maior do que a Lua, mas está a uma distância 390 vezes maior. No entanto, há estrelas, chamadas anãs, que são do tamanho da Lua ou da Terra, e há estrelas, chamadas supergigantes, que são muito maiores do que o Sol na sua forma actual. O Sol tem um tamanho médio: não é grande nem pequeno quando comparado com a média das estrelas (que nos parecem muito pequenas simplesmente porque estão muito longe).

24.9.07

Novos horários e preços


Assim que reabra (está quase) o Planetário do Porto vai ter novos horários e preços. Para ficar já a conhecê-los basta clicar na imagem.

18.9.07

Algumas imagens

Loja


Auditório do Planetário

hall do Planetário

Bar do Planetário

Recepção
Corredor de Entrada

17.9.07

Avaria


Por questões alheias à nossa vontade ainda não foi possível reparar a avaria que está a afectar o funcionamento das sessões do Planetário do Porto. Esperamos em breve ter boas notícias para dar.

2008 - Ano Internacional do Planeta Terra.

O Ano Internacional do Planeta Terra decorre tem o apoio institucional da Organização Mundial das Nações Unidas e da União Internacional das Ciências Geológicas.
A Assembleia-Geral das Nações Unidas proclamou o ano 2008 como o Ano Internacional do Planeta Terra. As actividades durarão de 2007 a 2009.
O principal objectivo deste ano é demonstrar que existem novas e atractivas formas, através das quais as ciências da Terra podem ajudar as futuras gerações a enfrentar os desafios, de modo a se conseguir um mundo mais seguro e próspero.

Em Portugal, a Comissão Nacional da UNESCO decidiu promover a constituição de um Comité Português para dinamizar as comemorações do AIPT, da qual o ICNB faz parte.A cerimónia oficial de lançamento do AIPT, em Portugal, decorrerá no dia 10 de Novembro de 2007, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

Nesta página poderá encontrar vários eventos que terão lugar no âmbito do AIPT, bem como actividades para escolas, informação para os "Media" e até material de apoio que pode descarregar para o seu computador.

14.9.07

Lançamento de Sonda Lunar Japonesa

O lançamento do satélite lunar japonês Kaguya, previsto para quinta-feira (13), foi adiado 24 horas por causa do mau tempo, segundo informou a agência Kyodo. A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa) adiou o lançamento para sexta-feira, às 10h31, do centro espacial Tanegashima, na província de Kagoshima, no oeste do Japão.A missão do Kaguya está sendo considerada, no Japão, a mais importante iniciativa de exploração da Lua desde o programa Apollo, dos Estados Unidos.O objectivo do satélite japonês é colectar informação sobre a influência solar na Lua, assim como sua origem e composição, e estudar a possibilidade de uma base humana permanente.O Kaguya leva o nome de uma princesa da Lua, de um conto infantil japonês. Ele também é conhecido como Selene (do inglês Selenological and Engineering Explorer).

13.9.07

O que dizem as crianças V




- O Rui também é um Astronauta! A minha professora diz que ele está sempre com a cabeça na Lua.
(5 anos)

- E será que existem monstros na Lua?
- Não existem monstros na Lua. Isso é só para fazer filmes de terror.
(aluno do 2º ano)
- Porque é que os homens foram à Lua?
- Não sabemos
(4 anos)

- A nave parece um ferro!
- Não é nada! É uma nave x-100 último modelo

- Sabem o que é uma Astroteca?
- É uma biblioteca de Astronautas!
- Não, é uma biblioteca de Astronomia. E sabem o que é a Astronomia?
- É o estudo dos Astronautas!
- Sabem porque é que a Terra não tem tantas crateras como a Lua?
- Eu não sei, mas a minha mãe explicou-me...
(alunos do 1º ano)

- Como o Vítor não acordava, alguém lhe deu uma dentada no nariz.
- Foi a Mãe!
(6 anos)
Diálogo entre alunos do 3º ano:

- Porque é que só foram os americanos à Lua?
- Porque eles é que sabem fazer foguetões.
- Então porque é que não nos ensinam?!

- Será que só há buracos na Lua?
- Não, na rua também há muitos.
(6 anos)

- Porque é que o Vítor não fala?
- Porque eu é que estou a contar a estória do Vítor.
- Porquê? Ele tem vergonha de falar?
(aluno do 3º ano)
- Já viram a Lua no céu à noite, pois viram?
- Não, eu só vi Marte.
(4 anos)

Diálogo entre alunos dos 3º e 4º anos:

- Porque é que Marte é vermelho?
- Porque lá os gases são vermelhos.
- E desde quando é que os gases são vermelhos?!
- O que é que nasce numa maternidade de estrelas?
- Luas!
- E batatas, não?
- Acho que não...

- Em Marte tínhamos Ferro, Água e Oxigénio. O que é que terá acontecido ao Ferro?
- Derreteu!
- As nuvens cá da Terra são feitas de quê?
- Gás e poeiras.
(alunos do 7º ano)


Falando da Ursa Maior...

- Aqui ficam as patas, o focinho...
- E os testículos?
- Não tem, pá! Não vês que é uma Ursa?
(alunos do 9º ano)
- Então se não podemos beber a água do mar, de onde é que vem a água que nós bebemos?
- Da torneira.

- E quem é que vocês acham que construiu o VLT?
- Moçambique

- Então porque é que ainda não há nenhum Astronauta português?
- Porque ainda ninguém se interessou pelo astronautismo.

- O VLT foi construído no Chile. Sabem onde é que fica o Chile?
- Na Grécia.

- O que é que os cientistas usaram para tirar fotografias a Plutão?
- Um microscópio.
(alunos do 7º ano)

O que dizem as crianças IV


- Como é que se chamam os desenhos que fazemos com as estrelas?
- Graffitis.
(aluno do 4º ano)

- Qual é esta fase? (a apontar para a Lua em quarto minguante)
- Lua em quarto cheio.
(5 anos)

- O que é que ganha o vosso quarto se não o limparem durante milhares de anos?
- Bolor!
(6 anos)

- Conseguem adivinhar qual era o programa que o Vítor estava a ver?
- Estava a ver a TVI.
(5 de anos)

- Então a Lua é feita de quê?
- Algodão.
(aluno do 1º ano)

- Como é que sabem que este é o quarto crescente?
- O meu avô ensinou-me.
- E como é que ele te ensinou?
- Mostrou-me!
(aluno do 2º ano)

- A seguir a Júpiter vem o Sr. dos Anéis. Quem é ele?
- É o filme.
(aluno do 3º ano)

- Esta nave foi feita para passar a Lua a ferro.
(aluno do 4º ano)

- Porque é que não flutuamos aqui na Terra?
- Porque aqui a humidade puxa-nos, e na Lua há menos humidade.
(5 anos)

- Então e sabem o que é um globo?
- É o sítio onde vivem os esquimós.
(6 anos)

- O “ar” em Júpiter não dá para nós respirarmos.
- Porquê? Está muito poluído?
(aluno do 4º ano)

- Existem mesmo Extra-terrestres na Lua?
- Não. Existem primeiro aqui na Terra e só depois é que vão para a Lua.
(5 anos)

O que dizem as crianças III


- Já viram essas pedras a cair do espaço?
- Já! É o granizo.
(alunos do 2º ano)

- Vocês já viram meteoritos? Não? Já alguma vez viram uma pedra a arder?
- Mete-se álcool numa pedra e ela arde.
(aluna do 4º ano)

- O próximo planeta que queremos visitar é Marte. E porque é que queremos lá ir?
- Porque é muito bonito.
(aluna do 4º ano)
- No planetário vêm-se planetas, países e estrelas bebés.
(5 anos)

- Aqui está a constelação do Leão.
- Pois é, e há uma música com o Leão: “gosto muito de te ver, leãozinho...”
(4 anos)

- O que é que vocês faziam se perdessem a vossa tartaruga na Lua?
- Mas eu não tenho tartaruga!
(aluna do 4º ano)
- Vocês acham que o fato de astronauta do Vítor precisa de barbatanas? Quem é que tem barbatanas?
- Os peixes.
(aluno do 1º ano)

O que dizem as crianças II


O Vítor tem 6 anos. Daqui a 15 anos, quantos anos terá?
- 7 !
( 6 anos)

O que é um foguetão?
- É uma coisa muito grande que deita fogo pelo rabo.

A Lua é feita de queijo?
- Não...
Então é feita de quê?
- Manteiga!
(alunos do 2º ano)

E se fossem à Lua, o que é que faziam lá?
- Obras!
(aluno do 5º ano)
O que é que ocupa mais espaço no céu?
- A grande imensidão negra...
(5 anos)
Como é que os astronautas vão para a Lua?
- Vão de branco.
(6 anos)

Será que pode haver queijo na Lua?
- Só se for queijo da Serra.
(6 anos)

NO FINAL DE UMA DAS SESSÕES DO PLANETÁRIO:
- Olha, sabes, aquela nave do Vítor parece mesmo um ferro.
(6 anos)

O que dizem as crianças I

Sabem o que é uma Astroteca?
- É uma biblioteca de Astronautas!

Não, é uma biblioteca de Astronomia. E sabem o que é a Astronomia?
- É o estudo dos Astronautas!
(por um aluno do 1º ano)


12.9.07

Planeta Terra






O Nosso Planeta Terra esta a sofrer profundas transformações.

Os testes nucleares, a poluição industrial, o derramamento de óleo nos oceanos, entre outros, são os principais factores.

As consequências já começam a ser sentidas como verificamos nas condições climatéricas.

Vamos todos ajudar o Planeta Terra.......

Descobre a Ciência


Já foste a loja do Planetário?


Aproveita e espreita a montra.....ficamos a tua espera.

10.9.07

O pôr-do-sol é eterno


Descobrimos um site que nos permite acompanhar o pôr-do-sol, em directo, de vários pontos do globo e ficar assim com uma percepção mais real dos locais do nosso planeta que vivem o dia ou a noite. A não perder este Eternal Sunset. Simplesmente maravilhoso.

7.9.07

O Sol no Caramulo





Uma simpática visitante deste blogue teve a amabilidade de nos enviar algumas fotografias que captou do SOL, na Serra do Caramulo, durante as férias de Agosto. Obrigada Ana.

6.9.07

Há algo tão fascinante quanto um céu estrelado?



O Sol, a Lua e as Estrelas são presença constante na história da arte, fontes de inspiração de pintores, poetas, escritores e toda a sorte de artistas deste mundo.

Noite Estrelada, Vincent Van Gogh, 1889

É importante tentar compreender as partes e o todo de que somos parte. O nosso Sol não é mais do que uma estrela entre milhões de outras, numa galáxia entre milhões de outras no Cosmos. Por sermos um produto da sua evolução e termos uma curiosidade tal que nos leva a interrogar, não só a nossa dimensão e lugar no Universo, mas também o nascimento do mesmo, podemos afirmar que a astronomia é uma das ciências mais apelativas do nosso tempo.

Durante milénios e milénios, a origem do Cosmos foi “explicada” através de concepções mítico-religiosas. O homem regeu-se por mitos, conjuntos de narrativas tradicionais acerca do mundo, do homem, dos deuses, que visavam responder aos problemas e enigmas mais prementes e fundamentais acerca da origem, e onde, muitas vezes, as forças naturais eram personificadas e divinizadas.

O interesse de conhecer aquilo que nos rodeia levou a que vários pensadores da Antiguidade se interrogassem: o que é o mundo?

Os sábios da Babilónia, dedicaram-se à observação dos astros com o objectivo de fazer horóscopos, previsões para o futuro, ou elaborar calendários astrológicos. Para além dos povos da Mesopotâmia, outros povos dedicaram-se ao estudo da astronomia, caso dos Egípcios, Chineses, e dos árabes que contribuíram principalmente com os seus conhecimentos matemáticos.

Contudo, foram os Gregos que ficaram conhecidos como a civilização da “Razão”, pois embora se servissem dos conhecimentos matemáticos e geométricos dos egípcios e dos povos asiáticos, a dada altura começaram a procurar vias de compreensão do Universo por moldes racionais e não teológicos, estudando os fenómenos por via de uma observação sistemática, afastando-se assim progressivamente duma visão do mundo profundamente mitológica. Aqui ficam alguns exemplos de perspectivas defendidas por alguns filósofos desta época:

1) Anaximandro (611-547 a.C.).

Para este pensador, a terra tem a forma de um cilindro e ocupa o centro do Universo. Não necessita de qualquer sustentáculo, devido às propriedades geométricas do espaço em si. Anaximandro vai poder defender esta posição, através da constatação daquilo que se entende por “cair”. “Cair” significa sempre passar de um sítio mais elevado para um sítio mais baixo. Acontece que o Universo para Anaximandro, é uma esfera. O lugar mais baixo de uma esfera é o seu próprio centro. Se a terra está no centro do Universo, ela já está no seu ponto mais baixo pelo que não pode nunca cair.

2) Pitágoras (582-500 a.C.).

Segundo este autor – cujas ideias deram origem origem a uma escola, o Pitagorismo, tendo os seus discípulos ficado para a História como os Pitagóricos – , a origem de todas as coisas são os números, que funcionam como pequenos corpúsculos – “átomos” – cuja combinação gera a vida. Os números são, portanto, os elementos constituintes da matéria. A ordem do Universo assenta neles e pode ser compreendida através do exercício racional da filosofia, cujo objectivo é descobrir as harmonias escondidas do COSMOS.

Os Pitagóricos foram dos primeiros a defender a ideia da esfericidade dos astros. Segundo estes homens a esfera constitui-se como uma metáfora do infinito, na medida que não temos consciência do seu princípio nem do seu fim. Se caminharmos em cima duma esfera, não temos consciência de qualquer ponto que a limite, pelo que se constitui como “infinita”. Contudo, os Pitagóricos defendem igualmente a esfericidade dos astros através da via empírica. Os eclipses, por exemplo, servem como justificação desta ideia, porque as sombras recortadas que vemos nos céus são circulares. Ora, o círculo é uma representação bidimensional duma esfera tridimensional, pelo que facilmente concluímos que os planetas são esféricos.

3) Aristarco de Samos (séc. III a.C.)

Contestando o modelo geocêntrico, defendeu um sistema de pendor heliocêntrico. Segundo as suas posições, o Sol era o centro do Universo e em torno dele giravam todos os planetas. Para além deste movimento de translação, a terra rodava ainda em torno do seu eixo. Estas posições heliocêntricas foram muito contestadas e só quase dois mil anos mais tarde novamente defendidas, desta feita por Nicolau Copérnico.

4) Platão (428 a 347 a.C.)

Autor de inúmeros diálogos, escreveu um – intitulado TIMEU - dedicado a questões cosmológicas. Nesta obra procurou responder a questões como as que se seguem:

- Porque que é que os astros são esféricos?
- Porque que é que as órbitas dos planetas são circulares
- Porque é que as velocidades são constantes?
- Porque é que o mundo acaba na esfera das estrelas
- Porque é que a Terra é o centro do Universo?
- Porque é que o mundo é composto de várias substâncias’

Para responder a estas perguntas, Platão recorre à ideia de projecto. O mundo é assim porque foi projectado dessa forma. Mas, quem foi o projectista? A resposta encontra-se na figura do Demiurgo que une a cosmologia Platónica à dimensão teológica. Para o Demiurgo, o objecto formal que mais se assemelha a ele, é uma esfera, Porquê? Porque uma esfera é um ente simultaneamente finito e infinito, cuja forma levanta muitos problemas. Quando caminhamos numa esfera, não lhe reconhecemos pontos de partida nem de chegada. Tudo é igual. A esfera é pois uma metáfora geométrica do infinito que concretiza uma curva sem princípio nem fim.

5) Aristóteles (384-332 a.C.)

Ao contrário de Platão, este filósofo não procura explicação do mundo em demiurgos, embora concordassem ambos com a existência de um cosmos ordenado. Segundo Aristóteles, a experiência empírica é a chave do Universo. A natureza é a única coisa que existe, considerando que o mundo é composto dos quatro elementos fundamentais: ÁGUA, TERRA, FOGO, AR

Para Aristóteles, os quatro elementos circunscrevem-se ao mundo terreno. Os outros planetas são compostos de éter. O Universo está dividido em duas partes, separadas pela Lua. Para além da Lua encontramos o Mundo Supra-Lunar composto pelos outros astros. Feitos de éter, não conhecem a mudança, são eternos e ficarão ali para sempre. Abaixo da Lua, temos a Terra. O mundo sublunar é o sítio mais imperfeito de todos, onde as substâncias primordiais estão enclausuradas. Ideias como quente, frio, seco e húmido são o resultado das suas combinações.

Aristóteles dá também uma explicação para o aparecimento dos cometas: os cometas são objectos sublunares, bolas de fogo resultantes de erupções vulcânicas, que se elevam nos céus. São fenómenos imprevisíveis, típicos do mundo sublunar.

A teoria geocêntrica consolidada por Ptolomeu no séc. II d.C. segundo a qual a terra era o centro do Universo será posta em causa, no séc. XV d.C. por Copérnico defendendo a teoria heliocêntrica. Por volta desta altura, os germes do espírito científico que fermentavam a observação e a experimentação, viabilizados pela matemática, pela física e, consequentemente, pelo aparecimento de novas tecnologias, impuseram-se sobretudo na civilização ocidental dando origem à ciência dos tempos modernos. Para além de Copérnico, nomes como Galileu, Kepler e Newton contribuíram em muito com os seus conhecimentos, tendo os mesmos sido fundamentais para os avanços científicos e tecnológicos que serviram de base à investigação científica do nosso tempo.


Cometa Hale-Bopp - fotografia captada na Serra do Marão, em 29 de Março de 1997, por Eduardo Chaves.






“…Ai, Galileo! Mal sabiam os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo,que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,andavam a correr e a rolar pelos espaçosà razão de trinta quilómetros por segundo.Tu é que sabias, Galileo Galilei. … "

Poema a Galileo Galilei, António Gedão, 1968

As grandes revoluções científicas, tecnológicas, artísticas e sociais do século XX trouxeram novas formas de Observar o Mundo.

Hoje em dia, a explicação científica mais comummente aceite para a origem do universo, é a teoria do Big Bang. Não se sabe o que haveria antes da grande explosão. Só no momento do Big Bang é que surgiu o espaço, o tempo, a energia e a matéria. Segundo esta visão, desde o momento da explosão que o Universo se encontra em expansão.